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<Root><CabeçarioPG1>mv&amp;z</CabeçarioPG1><CabeçarioPG1>ISSN 2596-1306 Versão on-line</CabeçarioPG1><Matéria><Titulo>Micoplasmose respiratória murina em ratos (Rattus norvegicus): revisão de literatura Murine respiratory mycoplasmosis in rats (Rattus norvegicus): literature review </Titulo><Autores>Thais Urbano Palladino; Patrícia Biegelmeyer  *Autor Correspondente: Thais Urbano Palladino. Avenida Dois Córregos, 2696,  bloco 5, apto. 52, Jardim Nova Iguaçu, Piracicaba - SP. CEP: 13420-835. E-mail: thaispalladino@gmail.com  </Autores><ComoCitar>Como citar: PALLADINO, Thais Urbano; BIEGELMEYER, Patrícia. Micoplasmose respiratória murina em ratos (Rattus norvegicus): revisão de literatura. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP, São Paulo, v.19, n.1, 2021, e38100. Doi 10.36440/recmvz.v19i1.38100  Cite as: PALLADINO, Thais Urbano; BIEGELMEYER, Patrícia. Murine respiratory mycoplasmosis in rats (Rattus norvegicus): literature review. Journal of Continuing Education in Veterinary Medicine and Animal Science of CRMV-SP, São Paulo, v.19, n.1, 2021, e38100. Doi 10.36440/recmvz.v19i1.38100 </ComoCitar><Resumo>Resumo O Mycoplasma pulmonis é o agente etiológico primário da micoplasmose respiratória murina (MRM), importante patologia que acomete os ratos de laboratório, animais há muito utilizados para a realização de pesquisas experimentais e que, nos últimos anos, também passaram a ser criados como animais de companhia, com crescente presença em clínicas veterinárias. A MRM, uma patologia crônica que pode se apresentar de maneira subclínica, tem a sua instalação e progressão usualmente associadas a falhas de manejo. O conhecimento sobre a MRM em ratos, é fundamental para a convivência saudável dos tutores com esses animais, além de ser essencial para que os animais empregados em investigações científicas possibilitem a obtenção de resultados experimentais fidedignos. Palavras-chave: Mycoplasma pulmonis. Ratos de companhia. Ratos de laboratório. Biotério. Abstract Mycoplasma pulmonis is the primary etiologic agent of murine respiratory mycoplasmosis (MRM), an important pathology of laboratory rats. For a long time, rats have been used in experimental research but nowadays it was observed an increasing number of rats treated as pets with a progressive presence of them in veterinary clinics. MRM is a chronic pathology often subclinical that is usually associated with inadequate management conditions. The objective of the present paper is to emphasize the importance of MRM in rats, to make possible a healthy coexistence of these animals with their owners and also for the achievement of reliable experimental results when they were applied in scientific investigations.  Keywords: Mycoplasma pulmonis. Pet rats. Laboratory rats. Bioterium. Animal house. </Resumo><CorpoDoTexto>Introdução As infecções respiratórias que acometem os ratos (Rattus norvegicus) são muito importantes e dentre elas a micoplasmose respiratória murina (MRM) é a mais frequente (BROWN; DONNELLY, 2012; TEIXEIRA, 2014; DUTTON, 2020). O seu agente etiológico primário é o Mycoplasma pulmonis, que coloniza, principalmente, o trato respiratório dos animais (BOECK et al., 2010; TEDESCO et al., 2011; BROWN; DONNELLY, 2012). Os ratos infectados podem passar toda a vida sem apresentar sinais clínicos, mas diversos fatores predisponentes podem amplificar o nível de patogenicidade da infecção (GRAHAM; SCHOEB, 2011; HANSEN; NIELSEN, 2015; ROMAGNANO, 2017).  Na atualidade há uma grande quantidade de informações sobre a biologia, anatomia, comportamento e fisiologia dos ratos, devido ao seu emprego em pesquisas científicas, pois foi o primeiro mamífero a ser empregado para este fim, e o terceiro a ter o seu genoma mapeado (GIBBS et al., 2004). Dentre as características que tornaram o R. norvegicus o animal mais utilizado como modelo experimental cumpre ser destacado: curto período de gestação e de ciclo estral, facilidade de manejo, fisiologia similar à humana e, particularmente, a presença de uma quantidade significativa de genes ortólogos aos genes humanos associados a doenças (GIBBS et al., 2004; GRANZOTTO et al., 2019; RÊGO et al., 2019). Devido à sua docilidade, inteligência e bom tamanho, os ratos passaram a ser ótimos animais de companhia, pois aprendem truques, se afeiçoam aos humanos com quem têm contato frequente e apresentam uma grande variedade de cores e padrões (LENNOX; BAUCK, 2012; TEIXEIRA, 2014; SAUNDERS, 2021). O presente trabalho faz uma atualização de aspectos relevantes da micoplasmose respiratória murina em ratos (Rattus norvegicus). A micoplasmose respiratória murina  O M. pulmonis tem grande importância na patogenicidade da MRM, mas a sua infecção isolada pode determinar sinais clínicos leves, ou até ausência de qualquer sinal (BOECK et al., 2010; GRAHAM; SCHOEB, 2011). Em biotérios convencionais a infecção por M. pulmonis foi confirmada em cerca de 70% dos ratos, e mesmo em biotérios com barreiras sanitárias mais rígidas pode-se observar resultados próximos a 3% de animais infectados (FERREIRA et al., 2008; TEDESCO et al., 2011; PIASECKI et al., 2017). A infecção por M. pulmonis em ratos de laboratório é apontada como uma importante causa de interferência em resultados experimentais, principalmente por sua característica subclínica (BOECK et al., 2010; TEDESCO et al., 2011; SOUZA et al., 2016). Em ratos de companhia, acredita-se que a infecção por M. pulmonis esteja presente em 100% dos animais (GRAHAM; SCHOEB, 2011; SAUNDERS, 2021). Progressão da micoplasmose respiratória murina Os principais fatores responsáveis pelo desencadeamento dos sinais clínicos e progressão da MRM incluem características do hospedeiro e do agente, infecções concomitantes, condições ambientais do alojamento e manejo inadequado (GRAHAM; SCHOEB, 2011; TEIXEIRA, 2014; HANSEN; NIELSEN, 2015; SAUNDERS, 2021). O sistema imune do hospedeiro pode estar comprometido pela infecção primária do M. pulmonis e favorecer a instalação de infecções secundárias, com especial destaque para infecções pelos vírus Sendai e o da sialodacriloadenite (SDAV), bem como pela bactéria Filobacterium rodentium (BOECK et al., 2010; GRAHAM; SCHOEB, 2011; BROWN; DONNELLY, 2012; HERBERT et al., 2018; SAUNDERS, 2021). A permanência em ambiente com altos níveis de amônia é apontada como uma das principais condições predisponentes para a proliferação do M. pulmonis, a qual é atribuída à má ventilação, higienização e/ou uso de substratos inadequados (BOECK et al., 2010; LENNOX; BAUCK, 2012; TEIXEIRA, 2014; FROHLICH, 2020; SAUNDERS, 2021).  Animais submetidos a agentes estressores repetitivos ou crônicos podem apresentar desequilíbrio orgânico e se tornar mais suscetíveis a infecções por microrganismos (PAGLIARONE; SFORCIN, 2009; BROWN; DONNELLY, 2012). Dentre os principais agentes estressores para os animais pode ser destacada a exposição a temperaturas extremas, situações de medo (PAGLIARONE; SFORCIN, 2009), falta de higiene (LENNOX; BAUCK, 2012), ausência de locais em que possam se esconder da luz (ABOU-ISMAIL et al., 2010), ausência de enriquecimento ambiental e alimentar (LENNOX; BAUCK, 2012; RÊGO et al., 2019; FROHLICH, 2020; SAUNDERS, 2021), e também a privação da convivência com indivíduos da mesma espécie (RÊGO et al., 2019).  Algumas linhagens de ratos são mais resistentes ao M. pulmonis, e os animais jovens, geralmente são mais resistentes que os idosos (GRAHAM; SCHOEB, 2011; BROWN; DONNELLY, 2012).  Já foi observado que diferentes estirpes do M. pulmonis podem apresentar diferentes virulências (GRAHAM; SCHOEB, 2011; SHAW et al., 2013).  Deficiências de vitaminas A e E também foram descritas como agravantes na patogenicidade da MRM (GRAHAM; SCHOEB, 2011; BROWN; DONNELLY, 2012). O Mycoplasma pulmonis  O M. pulmonis apresenta tropismo pelas células epiteliais do trato respiratório, ouvido médio e trato reprodutivo dos ratos e é pouco resistente em condições ambientais, sobretudo quando exposto à baixa umidade (GRAHAM; SCHOEB, 2011; TEIXEIRA, 2014; HANSEN; NIELSEN, 2015).  A transmissão vertical do M. pulmonis pode ocorrer quando o microrganismo atravessa a barreira placentária e atinge o líquido amniótico (GRAHAM; SCHOEB, 2011; BURTON et al., 2012). Contudo ele também pode se instalar no momento do nascimento ou durante a amamentação (BOECK et al., 2010; TEIXEIRA, 2014).  A transmissão horizontal do M. pulmonis é estabelecida por meio de aerossóis contaminados eliminados por espirros, bem como por contato direto ou sexual (BOECK et al., 2010; GRAHAM; SCHOEB, 2011; TEIXEIRA, 2014).  Alguns estudos sugerem a existência de potencial zoonótico para o M. pulmonis, sendo descritas infecções em pessoas que tiveram contato direto com os ratos, ou que manipularam  fômites contaminados (FERREIRA et al., 2008; PIASECKI et al., 2017). Inquéritos sorológicos efetuados revelaram a ocorrência de positividade variando entre 15% e 76%, em técnicos de laboratório, médicos-veterinários e tutores, contudo não houve a presença de sintomas respiratórios em nenhum dos casos (FERREIRA et al., 2008; PIASECKI et al., 2017).  Sinais clínicos A MRM, doença de característica crônica, que se desenvolve de forma lenta e silenciosa, apresenta-se de maneira subclínica, principalmente em animais jovens (GRAHAM; SCHOEB, 2011; HERBERT et al., 2018; FROHLICH, 2020). Ratos com significativas lesões nos pulmões e diagnóstico positivo para MRM podem ser assintomáticos, e os sinais clínicos só aparecerão em estágios mais avançados ou ao final da doença (BOECK et al., 2010; BROWN; DONNELLY, 2012; CHAWLA et al., 2017). Destaca-se ainda que as manifestações clínicas são particularmente influenciadas por questões ambientais (BROWN; DONNELLY, 2012). Ratos saudáveis produzem porfirina em pequenas quantidades, porém a observação de tal substância em quantidade excessiva ao redor dos olhos e narinas é muito sugestiva da existência de infecção por M. pulmonis. Na MRM, a cromodacriorreia é observada em conjunto com outros sinais clínicos principais como espirros frequentes, dispneia e estertores (DUTTON, 2020). Outros sinais clínicos relatados são prurido cutâneo intenso, postura curvada, pelos arrepiados, acentuada perda de peso, apatia e a torção da cabeça (BROWN; DONNELLY, 2012; HANSEN; NIELSEN, 2015; ROMAGNANO, 2017; HERBERT et al., 2018; SAUNDERS, 2021).  Devido ao tropismo do M. pulmonis pelas células epiteliais do trato reprodutivo, tem sido constatado que até 40% das fêmeas acometidas pela MRM também apresentam infecção genital, acompanhada ou não de ooforite e salpingite (WEISBROTH; KOHN, 2019). O microrganismo também pode ser encontrado no trato reprodutivo de machos, contudo essa localização é mais frequente em fêmeas, resultando em infertilidade, mortes fetais e neonatais (BOECK et al., 2010; TEIXEIRA, 2014; HANSEN; NIELSEN, 2015; WEISBROTH; KOHN, 2019). Diagnóstico O diagnóstico da MRM é estabelecido pelo exame clínico do animal e confirmação laboratoria,l realizada com métodos que permitem a identificação do agente etiológico, como o PCR (Polymerase Chain Reaction), o ELISA (Enzyme Linked Immunonosorbent Assay) e a cultura (BOECK et al., 2010; MOTTA et al., 2012; SILVA et al., 2018; SAUNDERS, 2021). Em animais com sinais clínicos respiratórios, a utilidade destes métodos é limitada, pois a detecção do M. pulmonis ou de outro agente não é de grande importância para o direcionamento da escolha terapêutica. Nestes casos, opta-se pelo tratamento presuntivo de infecção por M. pulmonis (GRAHAM; SCHOEB, 2011; SAUNDERS, 2021). A realização de testes preventivos em animais assintomáticos possibilita o estabelecimento de um diagnóstico precoce, importante para que a infecção não interfira em resultados experimentais, controla a sua disseminação e contribui para que o animal tenha um melhor prognóstico (BOECK et al., 2010; PIASECKI et al., 2017; SAUNDERS, 2021). Em animais sintomáticos, os exames complementares auxiliam a avaliação da evolução da MRM e são um recurso importante para o diagnóstico diferencial. Radiografias, em casos de maior progressão da MRM, podem revelar a presença de infiltrados linfoides e de abscessos pulmonares (GRAHAM; SCHOEB, 2011; SAUNDERS, 2021).  Prevenção e tratamento As diferentes estirpes de M. pulmonis apresentam elevada capacidade de evasão do sistema imune do hospedeiro e, portanto, a prevenção será sempre mais eficaz que o tratamento (BROWN; DONNELLY, 2012; SHAW et al., 2013; SOUZA et al., 2016; YIWEN et al., 2021). A prevenção da MRM apoia-se fundamentalmente na adoção de procedimentos de manejo com destaque para: alojamento ventilado, com tamanho indicado e ambientado para a espécie, utilização de substratos adequados, fornecimento de alimentação de qualidade, manutenção da higiene e disponibilidade de variadas formas de enriquecimento ambiental (BROWN; DONNELLY, 2012; SAUNDERS, 2021). Finalizando, cumpre ser destacado que a aplicação correta dos conhecimentos da ciência de animais de laboratório é indispensável para a priorização do bem-estar dos animais utilizados em experimentação, adotando-se sempre o princípio dos 3Rs (redução, refinamento e substituição) em que as condições de alojamento e manejo estão incluídas no tópico do refinamento (ANTIORIO et al., 2019). No tratamento para MRM são utilizados antibióticos para o controle da proliferação do microrganismo, além de outros medicamentos visando a diminuição dos sinais clínicos apresentados, com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do animal, como, por exemplo, anti-inflamatórios e broncodilatadores (BROWN; DONNELLY, 2012; TEIXEIRA, 2014; SAUNDERS, 2021). A higiene do alojamento de animais submetidos a tratamento é um aspecto de grande importância (GRAHAM; SCHOEB, 2011; TEIXEIRA, 2014; SAUNDERS, 2021). Considerações finais A Micoplasmose respiratória murina é uma importante patologia detectada na maioria dos ratos de companhia e com alta prevalência em ratos de laboratório. O conhecimento das características do seu agente etiológico, dos aspectos biológicos dos ratos e do manejo adequado da espécie são aspectos primordiais para que se disponha de uma criação de animais saudáveis, que permitam a obtenção de resultados experimentais confiáveis. É de suma importância que os médicos-veterinários orientem tutores sobre os principais métodos preventivos da MRM em ratos de companhia, e que técnicos de laboratório e pesquisadores sejam capacitados para a adoção de procedimentos de manejo adequados para os animais utilizados em investigações científicas. </CorpoDoTexto><Referencias>Referências AABOU-ISMAIL, U. A. et al. 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