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<Root><CabeçarioPG1>mv&amp;z</CabeçarioPG1><CabeçarioPG1>ISSN 2596-1306 Versão on-line</CabeçarioPG1><CabeçarioPG1>Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP Journal of Continuing Education in Veterinary Medicine and Animal Science of CRMV-SP</CabeçarioPG1><CabeçarioPG1></CabeçarioPG1><Matéria><Titulo>APIS MELLIFICA EM CASOS DE DERMATITE DE CONTATO CANINA Apis mellifica in cases of canine contact dermatitis </Titulo><Autores>Maria Luiza de Sousa Barbosa* *Autor Correspondente: Maria Luiza de Sousa Barbosa. Rua Professor Enéas de  Siqueira Neto, 340, Jardim das Imbuias, São Paulo, SP. CEP: 04829-300.  E-mail: maria.cup@hotmail.com  </Autores><ComoCitar>Como citar: BARBOSA, M. L. S. Apis mellifica em casos de dermatite de contato canina. Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP, São Paulo, v. 21, e38477, 2023. DOI: https://doi.org/10.36440/recmvz.v21.38477. Cite as: BARBOSA, M. L. S. Apis mellifica in cases of canine contact dermatitis. Journal of Continuing Education in Veterinary Medicine and Animal Science of CRMV-SP, São Paulo, v. 21, e38477, 2023. DOI: https://doi.org/10.36440/recmvz.v21.38477. </ComoCitar><Resumo>Resumo  A homeopatia é uma especialidade dentro da Medicina Veterinária e se apresenta como um importante recurso na ciência por trabalhar no bem-estar, tratamento e equilíbrio da natureza, de forma a tratar todo o ser vivo e priorizar a saúde, dentro do conceito One Health. Neste artigo, é descrito o uso do medicamento homeopático Apis Mellifica 6 cH em quatro casos de hipersensibilidade do tipo 1 canina. O medicamento foi administrado via oral, tendo base na variável dependente da gravidade do quadro. No caso de dermatite de contato por picada de insetos, foi utilizado Apis Mellifica 6 cH pelo método plus. Já nos casos de dermatite de contato por plantas, foi utilizado Apis Mellifica 6 cH, três glóbulos, duas vezes ao dia, durante cinco dias. A homeopatia mostrou-se eficaz nos casos citados e sua aplicabilidade pode ser considerada como mais uma possibilidade de tratamento para dermatopatia alérgica.  Palavras-chave: Cães. Episódico. Fitodermatose. Homeopatia. Organicista. Pseudofitodermatose. Abstract Homeopathy is a specialty within Veterinary Medicine and presents itself as an important resource in science for working on the welfare, treatment and balance of nature, in order to treat all living beings and prioritize health, within the One Health concept. This article describes the use of the homeopathic medicine Apis Mellifica 6 cH in four cases of canine type 1 hypersensitivity. The drug was administered orally, based on the variable dependent on the severity of the condition. In the case of contact dermatitis due to insect bites, Apis Mellifica 6 cH was used by the plus method. In cases of plant contact dermatitis, Apis Mellifica 6 cH, three globules was used twice a day for five days. Homeopathy proved to be effective in the cases mentioned above and its applicability can be considered as another possibility of treatment for allergic dermatopathy. Keywords: Dogs. Episodic. Homeopathy. Organicista. Phytodermatosis. Pseudophytodermatosis. </Resumo><CorpoDoTexto>Introdução É considerável a prevalência de lesões dermatológicas em cães causadas por insetos não identificados (MASSARI; MASINI, 2006; SANABRI; RIBEIRO; RIBEIRO, 2022). O prurido é uma característica consistente (VANDERLEI et al., 2013). As lesões tendem a envolver as áreas das vibrissas e se apresentam por uma reação edematosa ligeira com dor e eritema localizado, causados pela toxicidade do veneno (PEREIRA, 2016).  Nas picadas de abelha, a ação tóxica por reação anafilática em animais com hipersensibilidade varia conforme um mecanismo IgE-dependente. No plano fisiopatológico, a inflamação com componente edematoso pode acompanhar distúrbios vasomotores (DEMARQUE et al., 2009). Dependendo do local da picada, o animal pode lamber ou esfregar a área afetada no chão, agravando a reação (COWELL; COWELL, 1995).  Os efeitos tóxicos do veneno da abelha são devidos a ação de enzimas (fosfolipase A2, hialuronidase), peptídeos (melitina, apamina, peptídeo Master Cell Degranulating), histamina, dopamina, noradrenalina e seratonina (DEMARQUE et al., 2009). O histórico, anamnese e exame clínico corroboram para o diagnóstico da dermatite de contato (HADDAD JUNIOR, 2009). Deve-se levar em consideração os diferenciais de dermatoses causadas por plantas (fitodermatoses) mediadas por IgE, com ação conjunta da luz e sensibilização (OLIVEIRA; SANTOS; SPADA, 2021); pseudofitodermatoses causadas por elementos veiculados pelas plantas (REIS, 2010), ambos compondo distúrbios de hipersensibilidade de contato (ROTHSTEIN et al., 2001).  Embora as dermatites de contato sejam classificadas como de baixa gravidade, estas reações podem ser mortais por bloqueio das vias respiratórias. Esse nível é justificado pelo edema de glote e edema das mucosas respiratórias, gerados no contato com os componentes do veneno (DEMARQUE et al., 2009) em consequência a hipersensibilidade (PEREIRA, 2016).  A Homeopatia é uma ciência médica legalizada pelos Conselhos de classe no Brasil (RAYA; VON ANCKEN; COELHO, 2021). Consiste em tratar os doentes de forma individualizada, por meio da lei de semelhança. A prática clínica mostra que a homeopatia é um grande aliado para a manutenção do bem-estar animal (COELHO; BALBUENO, 2022).  A matéria médica homeopática lista os sintomas e sinais clínicos provocados por cada substância, o que constitui o quadro clínico passível de ser tratado pelo medicamento homeopático por meio das leis de similitude (DANTAS, 2023).  Os animais que vibram de forma semelhante ao Apis Mellifica são lascivos, extremamente ciumentos e ditatoriais (TORRO, 2020). Kent (1994) descreve o medicamento Apis Mellifica, como uma erupção rósea, saliente na superfície cutânea e que causa ao enfermo grande prurido e sensibilidade. Apresenta características de processo inflamatório erisipelatosa e manchas; geralmente, situam-se na cabeça acompanhando tumefação nos olhos, pálpebras e em toda a face (VIJINOVSKY, 2003), podendo evoluir para edema de glote ou não (LATHOUD, 2010).   Hahnemann (1995) refere que o medicamento homeopático, manifesta-se com a dose dinamizada, na liberação de propriedades físicas da matéria nas diluições, a partir da agitação. Por este processo de diluição, na dinamização, são obtidas diversas potências dos medicamentos: D1, D2, D3... (escala decimal) e 1 CH, 2 CH... (escala centesimal) (KANAYAMA, 2017). No presente trabalho, são apresentados relatos de casos clínicos de dermatopatia, miasma psórico (perturbação inicial da energia vital) que caracterizam exaltações funcionais (PUSTIGLIONE, 2001) e que foram tratados de forma rápida com o uso de um único medicamento homeopático.  Relato de caso 1 Um cão, da raça bulldogue francês, macho, com dez meses de idade, 10kgs, não castrado (testículos tópicos e simétricos), foi atendido a domicílio, devido o quadro de angioedema (Figura 1). Agitado e afetuoso, de fácil adaptação a novos ambientes; vive feliz com estranhos. Um filhote extremamente sociável habita o ambiente casa (piso frio) com jardim (terra). A tutora refere ter visto um inseto voador que despertou a curiosidade do animal, momentos antes do aparecimento da sintomatologia clínica. Pelas descrições, um marimbondo avermelhado (Polistes sp) estava sobrevoando o quintal, havendo também taturanas (ordem Lepidoptera) e formigas no local. No exame físico, o filhote apresentava angioedema de face generalizado. Não haviam ferrões e/ou feridas. Diante de tal emergência, hipersensibilidade tipo 1 - picada de insetos, foi instituído tratamento homeopático via oral, em glóbulos Apis Mellifica 6 cH: método plus (diluição do medicamento em água), cinco glóbulos em 100 ml de água filtrada, sendo ofertado 5 ml desta diluição, a cada 15 minutos, durante uma hora; medicamento preparado em Farmácia de Manipulação de acordo com a Farmacopeia Homeopática Brasileira. O edema foi reduzindo gradativamente e, após duas horas, não haviam mais sintomas aparentes. Os cães são animais muito curiosos, adoram correr e perseguir alvos que incluem insetos, sendo, por isso, muito vulneráveis às suas picadas. Estas causam desconforto e irritação, podendo levar a reações graves de hipersensibilidade tipo 1 - picada de himenópteros (DEMARQUE et al., 2009). A hipersensibilidade tipo I denota ao mecanismo imunológico que determina as manifestações clínicas pelo padrão fenotípico linfocitário Th2, com produção de IgE. Esse anticorpo se liga aos receptores de membrana dos mastócitos dos tecidos e dos basófilos do sangue; substâncias mediadoras de inflamação são, então, liberadas e provocam danos aos tecidos (CARDOSO; MANFREDI; MACIEL, 2021). Figura 1 – Dermatite de contato (alergia a picada de insetos). A: angioedema. B: duas horas após o uso do medicamento homeopático   Fonte: Barbosa (2023).  Relato de caso 2 Um cão, da raça pastor-branco-suíço, fêmea, com seis anos de idade, pesando 35kgs, não castrada, vive em ambiente chácara com presença de plantas, flores e insetos. O animal foi atendido a domicílio, devido ao quadro de fitodermatose; retornou do jardim, esfregando os membros superiores na face e o focinho no chão. Prurido intenso, eritema intenso e edema discreto em região de vibrissas labiais (Figura 2). Nesta região, havia também rarefação pilosa, aumento da temperatura local e sensibilidade ao menor contato. Perante o diagnóstico de hipersensibilidade tipo 1 - fitodermatose, foi instituído o tratamento homeopático via oral, em glóbulos Apis Mellifica 6 cH: três glóbulos, duas vezes ao dia, durante cinco dias; medicamento preparado em Farmácia de Manipulação, de acordo com a Farmacopeia Homeopática Brasileira. No terceiro dia de administração do medicamento, houve resolução total do quadro de prurido, eritema e edema.  Figura 2 – Dermatite de contato (fitodermatose) em região de vibrissas labiais. A: 1º dia. B: 2º dia. C: 30º dia   Fonte: Barbosa (2023). Relato de Caso 3 Um ano após o quadro agudo, a mesma paciente do caso 2 foi atendida em domicílio, devido a fitodermatose; retornou do jardim com sintomatologia clínica de prurido moderado (esfregando a face em objetos). Os sintomas anteriormente citados (eritema e prurido) se apresentaram de forma branda (Figura 3). A diferença entre os quadros (caso 2 e caso 3) foram as regiões afetadas, a intensidade do eritema e o incomodo local. No caso 2, não houve lesões em região periocular e, no focinho, o eritema e prurido apresentavam-se intensos. Já no caso 3, a região periocular e vibrissas supraciliares encontravam-se eritematosas e com alopecia discreta; no focinho (área das vibrissas labiais), haviam sutis pústulas e erisipela. Perante o diagnóstico de hipersensibilidade tipo 1 – fitodermatose, foi instituído o tratamento homeopático via oral, em glóbulos Apis Mellifica 6 cH: três glóbulos, duas vezes ao dia, durante cinco dias; medicamento preparado em Farmácia de Manipulação, de acordo com a Farmacopeia Homeopática Brasileira. No terceiro dia, cessaram os sintomas, porém, o pelame ainda estava rarefeito. Ao quinto dia, o medicamento foi suspenso.  Figura 3 – Dermatite de contato (fitodermatose) em região periocular, vibrissas supraciliares e vibrissas labiais. A: 1º dia. B: 2º dia. C: 3º dia. D: 4º dia. E: 5º dia    Barbosa (2023). Relato de caso 4 Um cão senil, sem raça definida, macho, com nove anos de idade, pesando 20kgs, castrado, vive em ambiente casa e frequenta chácara com presença de plantas, flores e insetos. O animal foi atendido a domicílio, devido ao quadro de fitodermatose; voltou do jardim com sintomatologia clínica de prurido moderado (esfregando a face em objetos) e focinho rosado (Figura 4-A). Ao diagnóstico de hipersensibilidade tipo 1 – fitodermatose, foi instituído o tratamento homeopático via oral, em glóbulos Apis Mellifica 6 cH: três glóbulos, duas vezes ao dia, durante cinco dias; medicamento preparado em Farmácia de Manipulação, de acordo com a Farmacopeia Homeopática Brasileira. No terceiro dia, não havia mais prurido e a coloração do focinho encontrava-se uniforme. Ao quinto dia, o medicamento foi suspenso. Figura 4 – Dermatite de contato (fitodermatose) em região de vibrissas labiais. A: 1º dia. B: 3º dia. C: 5º dia    Fonte: Barbosa (2023). Discussão  A homeopatia é uma terapêutica individualizante. Antes de repertorizar os sintomas de  um determinado paciente, devemos ter em mente a estratégia a ser empregada no tratamento (HAHNEMANN, 1995).  No caso 1, ambiente menor e controlado, foi registrada a presença de marimbondo, taturanas e formigas perto do filhote canino, aumentando a probabilidade de hipersensibilidade do tipo 1 por picada de insetos, onde seu mecanismo imunológico é mediado por IgE (componente primário celular mastócito ou basófilo; reação amplificada e/ou modificada por plaquetas, neutrófilos e eosinófilos), decorrente da atividade histaminérgica e de prostaglandinas (FERREIRA, 2019), em resposta a certos antígenos/alérgenos (LOPES et al., 2018). O quadro do paciente teve melhora evidente após o uso do medicamento Apis Mellifica 6 cH, pelo método plus.  O diagnóstico de fitodermatose se deu de forma presuntiva, visto que, nos casos 2, 3 e 4, não foram encontrados insetos ou identificadas as plantas envolvidas. As ocorrências de fitodermatoses em animais domésticos são comparativamente comuns; e tem o potencial de afetar animais de todas as idades raças ou sexos (OLIVEIRA; SANTOS; SPADA, 2021). Há poucos estudos na Medicina Veterinária a respeito da temática, pode-se dizer que este é o primeiro relato de hipersensibilidade tipo 1 no contexto “dermatite de contato” por plantas (fitodermatose) em cães.  A hipersensibilidade tipo I causa urticária e prurido em cães, de caráter progressivo após o primeiro contato. Os fatores ambientais são predisponentes (LOPES et al., 2018).  Em pacientes com fortes reações alérgicas a picadas de insetos, a medicação oral com anti-histamínicos antagonistas H1 provou ser eficaz na redução dos sintomas, enquanto a administração tópica dos mesmos compostos não (KARPPINEN et al., 2006). Já foi observado vômitos, diarreia, anorexia e constipação após o uso deste princípio ativo. O efeito adverso dos anti-histamínicos está relacionado ao sistema nervoso central, variando desde uma letargia, depressão, sonolência até uma sedação (SANABRI; RIBEIRO; RIBEIRO, 2022; SCOTT; MILLER; GRIFFIN, 1996). Pali-Schöll et al. (2019) dizem que os corticosteróides tópicos ou sistêmicos podem ser usados para tratar reações que duram longos períodos de tempo, dias e até semanas. Destaca-se a importância de ao optar por esse protocolo, fazer a monitoração do paciente quanto à ingestão de comida, água, realizar hemograma, bioquímico e a análise de urina para verificar os efeitos adversos (SANABRI; RIBEIRO; RIBEIRO, 2022). Embora muito eficazes podem provocar riscos para a saúde do animal como, por  exemplo, ganho de peso (BRUM et al., 2018), hiperadrenocorticismo (RODRIGUES et al., 2016) atrofia muscular, calcificação metastática, poliúria, polidpsia, polifagia, ganho de peso, retenção de sódio, vômitos, pancreatite, hipertensão, tromboembolismo, imunossupressão e úlceras gástricas (SANABRI; RIBEIRO; RIBEIRO, 2022). Clinicamente, o medicamento Apis Mellifica não apresenta efeitos adversos e é indicado como anti-inflamatório e anti-histamínico via injetável, oral ou tópica (LOPES et al., 2018). A terapêutica homeopática prima pelo estímulo reacional do organismo e natural comportamento fisiológico na pretensão de reequilibrar um organismo doente e proporcionar a sua homeostase (COELHO; VON ANCKEN, 2019).  Reações desenfreadas pela hipersensibilidade podem ser fatais caso não seja efetuado qualquer tipo de tratamento. A justificava deste mecanismo envolve a evolução do quadro de angioedema (caso 1) para edema de glote e, consequentemente, óbito por choque anafilático. Nos demais pacientes (casos 2, 3 e 4), haveria um aumento da extensão das lesões (COWELL; COWELL, 1995), ocasionando maior desconforto ao animal e dependendo do grau de hipersensibilidade destes ao alérgeno não se descarta a possibilidade de choque anafilático.  Conclusão A utilização da homeopatia preencheu os requisitos de controle sintomático, sendo eficaz nos casos de hipersensibilidade tipo 1 - dermatite de contato pelos alérgenos: plantas (fitodermatose) e insetos (picada de himenópteros). Conclui-se que o medicamento Apis Mellifica 6 cH é uma opção de tratamento eficiente e sua principal vantagem em relação ao tratamento alopático é a ausência de efeitos adversos.  </CorpoDoTexto><Referencias>Referências BRUM, K. B. et al. Arsenicum album como simillimum de uma teckel com bolhas de sangue cutâneas, devido à dermatite atópica. 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