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				<journal-title>Revista de Educação Continuada em Medicina Veterinária e Zootecnia do CRMV-SP</journal-title>
				<abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Rev. Educ. Contin. Med. Vet. Zootec. CRMV-SP (Online)</abbrev-journal-title>
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			<issn pub-type="ppub">2596-1306</issn>
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				<publisher-name>Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado de São Paulo</publisher-name>
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			<article-id pub-id-type="doi">10.36440/recmvz.v24.38743</article-id>
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					<subject>MEDICINA VETERINÁRIA</subject>
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				<article-title>ESPOROTRICOSE FELINA: UMA ZOONOSE EM EXPANSÃO, MAS AINDA NEGLIGENCIADA NO BRASIL</article-title>
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					<trans-title>Feline sporotrichosis: an expanding yet still neglected zoonosis in Brazil</trans-title>
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			<author-notes>
				<corresp id="c1">
					<label>*Autor Correspondente:</label> Elisabeth Criscuolo Urbinati, Avenida José Adriano Arrobas Martins, n° 65, Jardim Nova Aparecida, Jaboticabal, SP, Brasil. CEP. 14883-300. E-mail: <email>elisabeth.criscuolo-urbinati@unesp.br</email>
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			<pub-date date-type="pub" publication-format="electronic">
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				<year>2026</year>
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					<license-p>Este é um artigo publicado em acesso aberto sob uma licença Creative Commons</license-p>
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			<abstract>
				<title>Resumo</title>
				<p>A esporotricose é uma zoonose de grande importância devido ao aumento de áreas de ocorrência global, descrição de novas espécies patogênicas e mudanças na epidemiologia da doença, ao mesmo tempo em que a exigência da notificação de casos diagnosticados não é obrigatória, o que dificulta conhecer a carga real da doença e a implantação de medidas preventivas e a conscientização de profissionais e da população. A presente revisão atualiza o conhecimento sobre a progressão e distribuição da esporotricose no País. Os dados levantados são essenciais para compreender a dinâmica da esporotricose e fundamentais para promover políticas de saúde pública e nortear as ações de profissionais e da população em geral. Esta revisão aponta os impactos da esporotricose zoonótica em franca expansão no Brasil, reforçando a importância de ações necessárias envolvendo, de forma integrada, autoridades públicas, agências de saúde pública e a população para prevenir a disseminação dessa zoonose. Particularmente, destaca a necessidade de se implantar a notificação obrigatória de casos no País, visto que os dados oficiais disponíveis não refletem a realidade da presença da esporotricose no Brasil.</p>
			</abstract>
			<trans-abstract xml:lang="en">
				<title>Abstract</title>
				<p>Sporotrichosis is a zoonosis of major importance due to the global expansion of its occurrence, the identification of new pathogenic species, and changes in the disease’s epidemiology. However, the lack of mandatory notification for diagnosed cases hinders an accurate understanding of the disease burden, thereby complicating the implementation of preventive and awareness measures for professionals and the population. The present review aims to update knowledge on the progression and distribution of sporotrichosis in the country to emphasize the need for actions related to prevention, control, and care. The data are essential to understand the dynamics of sporotrichosis and fundamental for promoting public health policies and guiding actions for professionals and the general public. This review highlights the impacts of zoonotic sporotrichosis, which is rapidly expanding in Brazil, emphasizing the importance of coordinated actions involving public authorities, public health agencies, and the population to prevent the spread of this zoonosis. In particular, it underscores the need to implement mandatory case reporting nationwide, as the available official data do not accurately reflect the true prevalence of sporotrichosis in Brazil. </p>
			</trans-abstract>
			<kwd-group xml:lang="pt">
				<title>Palavras-chave:</title>
				<kwd>Zoonose</kwd>
				<kwd>Fungos patogênicos</kwd>
				<kwd>Sporothrix</kwd>
				<kwd>Felinos</kwd>
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				<title>Keywords:</title>
				<kwd>Zoonosis</kwd>
				<kwd>Pathogenic fungi</kwd>
				<kwd>Sporothrix</kwd>
				<kwd>Felines</kwd>
			</kwd-group>
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			</counts>
		</article-meta>
	</front>
	<body>
		<sec sec-type="intro">
			<title>Introdução</title>
			<sec>
				<title>Características gerais da esporotricose</title>
				<p>A esporotricose é uma micose universal, mas é endêmica principalmente em regiões com clima quente e úmido, como os tropicais e subtropicais. É uma doença fúngica de caráter zoonótico causada por fungos do gênero <italic>Sporothrix</italic>, caracterizada por uma micose subcutânea nodular na fase aguda, evoluindo para a forma de úlcera gomosa, podendo acometer a pele, subcutâneo, sistema linfático, fáscias musculares, cartilagem e ossos (<xref ref-type="bibr" rid="B16">Chakrabarti <italic>et al.</italic>, 2015</xref>). Várias formas clínicas de esporotricose foram descritas, mas a pele é o principal órgão afetado, com formas linfocutânea e cutânea fixa observadas na maioria dos casos (<xref ref-type="bibr" rid="B64">Zancope-Oliveira <italic>et al.</italic>, 2015</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B39">Orofino-Costa <italic>et al.</italic>, 2017</xref>). No entanto, manifestações clínicas atípicas também foram descritas, como formas sistêmicas envolvendo ossos e articulações, pulmões e sistema nervoso central, bem como apresentações mucosas e imunorreativas (<xref ref-type="bibr" rid="B28">Gutierrez-Galhardo <italic>et al.</italic>, 2005</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B39">Orofino-Costa <italic>et al.</italic>, 2017</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B8">Arinelli <italic>et al.</italic>, 2020</xref>).</p>
				<p>Fungos do gênero <italic>Sporothrix</italic> são adaptados em solo e matéria orgânica em decomposição contendo a forma filamentosa do fungo (<xref ref-type="bibr" rid="B46">Ramírez-Soto <italic>et al.</italic>, 2018</xref>). A esporotricose é transmitida por meio de inoculação traumática de propágulos de <italic>Sporothrix</italic> através de ferimentos da pele (<xref ref-type="bibr" rid="B39">Orofino-Costa <italic>et al.</italic>, 2017</xref>) em atividades em que ocorre contato com solo e material orgânico contaminado e por uma forma alternativa relacionada à transmissão por meio de arranhões ou mordidas em brigas entre animais e no contato entre seres humanos e cães e gatos infectados (<xref ref-type="bibr" rid="B50">Rodrigues; De Hoog; De Camargo, 2016</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B53">Rossow <italic>et al.</italic>, 2020</xref>). </p>
				<p>Mesmo acometendo com mais frequência cães e gatos, equinos, asininos e muares apresentaram-se suscetíveis à doença entre as décadas de 40 e 60 no território brasileiro, período em que animais de tração eram comumente usados na rotina dos trabalhadores rurais (<xref ref-type="bibr" rid="B29">Larsson, 2011</xref>). </p>
				<p>O gênero <italic>Sporothrix</italic> compreende um grupo de patógenos termodimórficos (<xref ref-type="bibr" rid="B50">Rodrigues; De Hoog; De Camargo, 2016</xref>). O <italic>Sporothrix schenckii</italic> foi a primeira espécie a ser descrita como responsável pelos casos de esporotricose (<xref ref-type="bibr" rid="B58">Schenck, 1898</xref>), mas o uso de técnicas de biologia molecular, especialmente aquelas aplicadas em pesquisas de taxonomia de fungos, demonstrou que o <italic>S. schenckii</italic> é, na verdade, um grupo de espécies filogeneticamente relacionadas. <italic>Sporothrix schenckii</italic>, atualmente, é um complexo que compreende espécies relacionadas como <italic>S. brasiliensis</italic>, <italic>S. globosa</italic> e <italic>S. mexicana</italic>, de interesse clínico, as quatro distinguíveis por mutações genéticas (<xref ref-type="bibr" rid="B30">Marimon <italic>et al.</italic>, 2006</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B31">Marimon <italic>et al.</italic>, 2007</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B66">Zhou <italic>et al.</italic>, 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B37">Oliveira <italic>et al.</italic>, 2014</xref>), sendo que <italic>S. brasiliensis</italic> está relacionado a manifestações clínicas atípicas e mais graves (<xref ref-type="bibr" rid="B2">Almeida-Paes <italic>et al.</italic>, 2014</xref>).</p>
			</sec>
		</sec>
		<sec>
			<title>Dados epidemiológicos</title>
			<p>A esporotricose ocorre em todo o mundo, com áreas hiperendêmicas no Brasil, China e África do Sul (<xref ref-type="bibr" rid="B66">Zhou <italic>et al.</italic>, 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B65">Zhang <italic>et al.</italic>, 2015</xref>). Relatos de sua ocorrência são conhecidos desde 1989 em países da América do Norte, como os Estados Unidos e México, Europa, incluindo a França, Portugal, Rússia e outros países do continente europeu, Ásia, abrangendo o Japão e Índia, além da América do Sul (<xref ref-type="bibr" rid="B59">Sidrim; Rocha, 2004</xref>). Atipicamente, um estudo recente (<xref ref-type="bibr" rid="B10">Barnacle <italic>et al.</italic>, 2023</xref>) descreveu os três primeiros casos relatados de infecção por <italic>S. brasiliensis</italic> transmitida por gatos para humanos fora do Brasil, ou seja, no Reino Unido, provavelmente adquiridos de um gato doméstico que viveu no sudeste do Brasil três anos antes de ser levado para o Reino Unido, onde ocorreram os casos de transmissão. Isso sugere que o <italic>S. brasiliensis</italic> pode permanecer dormente por muitos anos e tem implicações para a saúde pública global. </p>
			<p>Para melhor compreender a distribuição e diversidade de <italic>Sporothrix spp</italic>., <xref ref-type="bibr" rid="B36">Morgado <italic>et al.</italic> (2024</xref>), por meio de uma revisão sistemática de artigos sobre esporotricose animal e humana e/ou isolamento ambiental do fungo, de 2007 a 2023, analisaram a distribuição global de isolados ambientais de <italic>Sporothrix spp</italic>. ou agentes causais de infecção em humanos e animais, identificados por taxonomia polifásica, e sua porcentagem depositada em coleções de cultura em todo o mundo. As amostras eram provenientes da América do Sul, América do Norte, América Central, Ásia, Europa e África. A América do Sul foi o continente onde se registrou o maior número de isolados de esporotricose, seguida da Ásia, América do Norte, África e Europa. A América Central e a Oceania registraram o menor número de casos. Os resultados mostraram que <italic>S. globosa</italic>, <italic>S. schenckii</italic> e <italic>S. brasiliensis</italic> foram as espécies mais identificadas.</p>
			<p>O <italic>S. brasiliensis</italic> é prevalente na América do Sul, especialmente no Brasil, onde o maior número de casos de esporotricose felina foi relatado no contexto mundial, e está associado à transmissão de gato para humano, gato para gato e gato para cão (<xref ref-type="bibr" rid="B25">Gremião <italic>et al.</italic>, 2017</xref>). Desde 1986, foram descritas na Argentina ocorrências de <italic>S. brasiliensis</italic> em humanos, animais e no ambiente, com aumento de casos notável recentemente (<xref ref-type="bibr" rid="B18">Etchecopaz <italic>et al.</italic>, 2020</xref>). A ocorrência de esporotricose zoonótica causada por <italic>S. brasiliensis</italic> na Argentina é considerada alarmante (<xref ref-type="bibr" rid="B19">Etchecopaz <italic>et al.</italic>, 2021</xref>) porque aponta para uma potencial expansão do fungo pela fronteira para outras regiões da América Latina. Apesar das regras implementadas para viagens de animais de estimação, o controle deficiente sobre o transporte rodoviário pode contribuir para a disseminação da esporotricose no Brasil e pode representar um risco de disseminação além de suas fronteiras (<xref ref-type="bibr" rid="B32">Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 2016</xref>). </p>
			<p>No Brasil, o primeiro caso reportado de esporotricose zoonótica (gato-humano) foi em 1955 (<xref ref-type="bibr" rid="B51">Rodrigues <italic>et al.</italic>, 2020</xref>). A esporotricose transmitida por gatos surgiu como uma epidemia zoonótica e ameaça à saúde pública no Brasil desde a década de 1990, no Rio de Janeiro (<xref ref-type="bibr" rid="B52">Rodrigues <italic>et al.</italic>, 2022</xref>), e está associada quase exclusivamente ao <italic>Sporothrix brasiliensis</italic>, a espécie mais virulenta (<xref ref-type="bibr" rid="B12">Barros <italic>et al.</italic>, 2004</xref>). A esporotricose está associada a hospitalizações e óbitos em todo o Brasil, com destaque para o Rio de Janeiro (<xref ref-type="bibr" rid="B20">Falcão <italic>et al.</italic>, 2019</xref>). </p>
			<p>O Brasil tem assistido a uma expansão geográfica expressiva da esporotricose, principalmente associada a problemas sociais (<xref ref-type="bibr" rid="B26">Gremião <italic>et al.</italic>, 2020</xref>). Um dado que chama a atenção é a correlação entre maior número de casos em regiões com menor renda <italic>per capita</italic>. O aspecto socioeconômico da doença está relacionado às más condições de saneamento básico e água para consumo (<xref ref-type="bibr" rid="B5">Alzuguir <italic>et al.</italic>, 2020</xref>). Também chama a atenção o aspecto sociocultural, pela maior prevalência de mulheres infectadas, provavelmente relacionada à sua maior participação nos trabalhos domésticos, incluindo trato de animais (<xref ref-type="bibr" rid="B4">Alvarez <italic>et al.</italic>, 2022</xref>).</p>
			<p>A literatura recente, relativa à esporotricose, apresenta grande número de artigos com foco em diferentes abordagens da doença e ressalta a preocupação de instituições de pesquisa com sua crescente emergência. Em estudo recente, <xref ref-type="bibr" rid="B55">Santos <italic>et al.</italic> (2024</xref>) descrevem o surgimento e a propagação da esporotricose no Brasil, o epicentro da atual epidemia na América do Sul, e sugerem que a atual epidemia causada por <italic>S. brasiliensis</italic>, no País, representa vários eventos de emergência independentes, seguidos de transmissão de animal para animal e de animal para humano dentro e entre os estados brasileiros. Esses relatos descrevem como o <italic>S. brasiliensis</italic> pode emergir e se espalhar dentro de um país. Estudos moleculares abrangendo dados da última década (<xref ref-type="bibr" rid="B61">Spruijtenburg <italic>et al.</italic>, 2023</xref>), que utilizaram métodos de genotipagem mais tradicionais, bem como tecnologias avançadas, sugerem que <italic>S. brasiliensis</italic> surgiu independentemente em pelo menos sete regiões diferentes do Brasil: Rio de Janeiro, Ceará, Distrito Federal, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Paraná e São Paulo. </p>
		</sec>
		<sec>
			<title>A esporotricose e a notificação compulsória</title>
			<p>De acordo com <xref ref-type="bibr" rid="B45">Rabello <italic>et al.</italic> (2022</xref>), casos de esporotricose humana foram notificados em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, exceto em Roraima. Nas últimas décadas, um aumento alarmante no número de casos tem sido relatado nas regiões sul e sudeste do Brasil, principalmente no estado do Rio de Janeiro (<xref ref-type="bibr" rid="B11">Barros <italic>et al.</italic>, 2001</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B42">Pereira <italic>et al.</italic>, 2014</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B3">Almeida-Paes <italic>et al.</italic>, 2024</xref>), seguido do Rio Grande do Sul (<xref ref-type="bibr" rid="B34">Michelon <italic>et al.</italic>, 2019</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B63">Zamboni <italic>et al.</italic>, 2022</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B35">Moraes <italic>et al.</italic>, 2023</xref>), Paraná (<xref ref-type="bibr" rid="B17">Cognialli <italic>et al.</italic>, 2023</xref>) e São Paulo (<xref ref-type="bibr" rid="B62">Veasey <italic>et al.</italic>, 2022</xref>). Estudo recente (<xref ref-type="bibr" rid="B38">Oliveira <italic>et al.</italic>, 2024</xref>) descreve o surgimento de número elevado de casos de esporotricose em gatos (2016 a 2021) na região metropolitana de Recife, levando a uma transmissão zoonótica significativa e a uma ocorrência expressiva de <italic>S. brasiliensis</italic> como agente etiológico. A esporotricose também foi detectada em outros estados do Nordeste (<xref ref-type="bibr" rid="B23">Figueira <italic>et al.</italic>, 2010</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B60">Silva <italic>et al.</italic>, 2021</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B24">França <italic>et al.</italic>, 2022</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B1">Aguiar <italic>et al.</italic>, 2023</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B7">Angelo <italic>et al.</italic>, 2023</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B44">Pires <italic>et al.</italic>, 2024</xref>) e em outras regiões do País, como Centro-Oeste (<xref ref-type="bibr" rid="B21">Fernandes <italic>et al.</italic>, 2004</xref>). Já há relato de que o fungo <italic>S. brasiliensis</italic> está atualmente circulando na área metropolitana da cidade de Goiânia, estado de Goiás, causando esporotricose em gatos infectados soltos nessa região (<xref ref-type="bibr" rid="B22">Ferreira <italic>et al.</italic>, 2024</xref>).</p>
			<p>Conforme o Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde (<xref ref-type="bibr" rid="B14">Brasil, 2023a</xref>), dentre as atividades de prevenção e controle realizadas em 2022, nas 287 Unidades de Vigilância de Zoonoses (UVZ) entrevistadas no Brasil, 56,8% estavam relacionadas com a esporotricose. Além disso, quando os coordenadores das UVZ foram questionados sobre quais as principais enfermidades notificadas na rotina, a esporotricose apareceu em 40,7% das respostas, ultrapassando uma enfermidade de notificação compulsória nacional, a leishmaniose visceral (13,9%). Isso evidencia a importância das unidades de saúde para o registro dos casos das doenças e agravos zoonóticos que configuram o cenário epidemiológico e sua função na vigilância, pelo monitoramento de casos, para a tomada de decisões e formulação de políticas de saúde pública.</p>
			<p>Em Nota Técnica de 25 de maio de 2023, o Ministério da Saúde (<xref ref-type="bibr" rid="B15">Brasil, 2023b</xref>), diante do quadro de franca expansão da esporotricose como doença zoonótica, publicou relatório no qual divulgou recomendação a estados e municípios sobre a vigilância da esporotricose animal no Brasil.</p>
			<p>Não obstante o quadro de expansão preocupante da esporotricose, a notificação da doença é obrigatória em apenas alguns estados brasileiros e algumas cidades, o que dificulta conhecer a carga real no País. </p>
			<p>O primeiro estado do Brasil a colocar a esporotricose na lista de doenças de notificação obrigatória foi o Rio de Janeiro, em 2013 (Resolução SES nº 674/<xref ref-type="bibr" rid="B47">2013</xref>). A partir daí, outros estados implantaram a obrigatoriedade da notificação. Em 2018, foi a Paraíba (Resolução CIB/SES/PB nº 80/<xref ref-type="bibr" rid="B40">2018</xref>); em 2020, o Mato Grosso do Sul (Resolução CIB/SES nº 88/<xref ref-type="bibr" rid="B33">2020</xref>); em 2021, o Amazonas (Lei Ordinária nº 5.411/<xref ref-type="bibr" rid="B6">2021</xref>). Em 2022, o Paraná publicou a Resolução Sesa nº 93/<xref ref-type="bibr" rid="B41">2022</xref> normatizando a notificação e, em 2023, dois estados estabeleceram a notificação obrigatória da esporotricose, ou seja, Pernambuco (Projeto de Lei Ordinária nº 872/<xref ref-type="bibr" rid="B43">2023</xref>) e Bahia (Portaria Estadual n° 274/<xref ref-type="bibr" rid="B9">2023</xref>). Mais recentemente, o Rio Grande do Norte busca a obrigatoriedade da notificação uma exigência legal por meio do Projeto de Lei nº 95/<xref ref-type="bibr" rid="B48">2024</xref>. Por último, em 2024, no Rio Grande do Sul, o Centro Estadual de Vigilância em Saúde publicou a Nota Técnica nº 3/<xref ref-type="bibr" rid="B49">2024</xref>, com orientações de vigilância epidemiológica sobre esporotricose humana enquanto agravo de Notificação Compulsória Estadual e orientações de vigilância sobre esporotricose animal.</p>
			<p>Em alguns estados, cidades isoladas passaram a reconhecer a importância dessa enfermidade e a colocaram como de notificação obrigatória. É o caso de Guarulhos (SP), por meio da Portaria nº 064/<xref ref-type="bibr" rid="B27">2016</xref>-SS, da Secretaria Municipal de Saúde da cidade de São Paulo (SP), por meio da Portaria da Secretaria Municipal da Saúde (SMS) nº 470/<xref ref-type="bibr" rid="B56">2020</xref>; e, mais recentemente, de Belo Horizonte (MG), por meio da Portaria Municipal nº 11/<xref ref-type="bibr" rid="B13">2024</xref>. Embora o estado da Bahia tenha estabelecido a obrigatoriedade em 2023, a cidade de Salvador já contava com a Portaria Municipal nº 191/<xref ref-type="bibr" rid="B54">2018</xref>, exigindo a notificação. </p>
		</sec>
		<sec>
			<title>O estado do conhecimento sobre a esporotricose felina e ações necessárias</title>
			<p>Desde o surgimento da esporotricose, e com o cenário de crescimento expressivo da esporotricose zoonótica, alguns progressos foram feitos, como maior visibilidade e conhecimento sobre a doença na comunidade médica e expansão de uma rede de pesquisa nesse campo, bem como maior engajamento de autoridades governamentais e agências de financiamento (<xref ref-type="bibr" rid="B3">Almeida-Paes <italic>et al.</italic>, 2024</xref>). Mas, se há conquistas para comemorar, ainda existem desafios a serem enfrentados para conter a expansão da doença, um importante problema que precisa ser enfrentado por todos os setores dos sistemas de saúde pública.</p>
			<p>Para o controle da epidemia, são necessárias medidas robustas por parte do poder público, em colaboração com o setor de saúde e a população em geral, levando-se em conta uma abordagem <italic>One Health</italic> (<xref ref-type="bibr" rid="B57">Schechtman <italic>et al.</italic>, 2022</xref>; <xref ref-type="bibr" rid="B45">Rabello <italic>et al.</italic>, 2022</xref>), que busca soluções mais abrangentes e efetivas para desafios como a epidemia de esporotricose. As medidas incluem o desenvolvimento de testes diagnósticos rápidos e precisos e novos medicamentos antifúngicos, particularmente para o tratamento de manifestações extracutâneas da esporotricose (<xref ref-type="bibr" rid="B3">Almeida-Paes <italic>et al.</italic>, 2024</xref>). <xref ref-type="bibr" rid="B57">Schechtman <italic>et al.</italic> (2022</xref>) relataram atraso no diagnóstico da esporotricose e atendimento de diversos pacientes com meses de evolução. O atraso no início do tratamento desencadeia aumento no número de infecções secundárias e pode, ainda, levar a sequelas mais graves pelo tempo de doença prolongado.</p>
			<p>Em relação aos felinos, cuidados mais abrangentes devem ser disseminados para profissionais da saúde e para a população em geral. A castração e o tratamento precoce dos felinos podem reduzir a transmissão entre os animais e dos animais para os humanos. Além disso, medidas educativas para garantir a posse responsável do animal e a utilização de equipamentos de proteção individual poderiam contribuir para a prevenção da transmissão zoonótica. Uma questão desafiadora a ser enfrentada para a redução da esporotricose é o destino dos gatos infectados. De 2.926 casos de esporotricose humana relatados pelo Instituto Oswaldo Cruz, em que foi registrado o desfecho do gato doente nos prontuários, apenas 568 (19,4%) foram manejados apropriadamente: ou o animal estava sendo tratado pelos seus proprietários, ou entregue a uma organização animal para tratamento, ou sacrificado e cremado. O restante foi simplesmente abandonado ou morreu sem receber a devida cremação (<xref ref-type="bibr" rid="B3">Almeida-Paes <italic>et al.</italic>, 2024</xref>). </p>
			<p>Além dos aspectos destacados, a inclusão da esporotricose na lista de doenças negligenciadas, de forma mais ampla, pelas autoridades governamentais de saúde traria maior evidência para essa epidemia em constante e crescente expansão, com geração de mais recursos destinados a estudos científicos de grande porte a fim de conter a propagação da doença (<xref ref-type="bibr" rid="B57">Schechtman <italic>et al.</italic>, 2022</xref>). </p>
		</sec>
		<sec sec-type="conclusions">
			<title>Conclusão</title>
			<p>A vasta literatura recente tem mostrado que a esporotricose vem ganhando notoriedade devido ao surgimento de novas áreas endêmicas, identificação de novas espécies patogênicas, mudanças na epidemiologia, ocorrência de surtos e aumento do número de casos, aspectos que, em conjunto, motivaram a presente revisão.</p>
			<p>Os dados levantados apontam para a necessidade urgente da atenção de profissionais de saúde e médicos veterinários, bem como para o esclarecimento e a conscientização da população em geral sobre os riscos associados à doença para a adoção de medidas de prevenção. O levantamento de dados, por meio da notificação obrigatória em todo o País, e a vigilância epidemiológica são essenciais para compreender a dinâmica da doença e são fundamentais para envolver entidades responsáveis por promover políticas eficazes de saúde pública.</p>
			<p>É necessário um programa de controle de doenças envolvendo ações integradas de autoridades públicas, serviços veterinários privados, agências de saúde pública e cidadãos para prevenir a disseminação dessa zoonose. Esta revisão aponta, particularmente, para a necessidade de se implantar a notificação obrigatória de casos em todo o País, visto que é possível observar que os dados oficiais disponíveis não refletem a realidade da presença da esporotricose no Brasil.</p>
		</sec>
	</body>
	<back>
		<ref-list>
			<title>Referências</title>
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				<element-citation publication-type="journal">
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						</name>
						<etal/>
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					<article-title>First case report of feline sporotrichosis caused by Sporothrix brasiliensis in the state of Ceará - Brazil</article-title>
					<source>Medical Mycology Case Reports</source>
					<volume>40</volume>
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					<lpage>15</lpage>
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					<year>2023</year>
					<pub-id pub-id-type="doi">10.1016/j.mmcr.2023.02.005</pub-id>
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					<source>PLoS Neglected Tropical Diseases</source>
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					<pub-id pub-id-type="doi">10.1371/journal.pntd.0003094</pub-id>
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					<source>Lei Ordinária nº 5.411, de 25 de fevereiro de 2021. Dispõe sobre a notificação compulsória de todos os casos confirmados de esporotricose, no âmbito do Estado do Amazonas</source>
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			<fn fn-type="other" id="fn3">
				<p><italic>Artigo submetido ao sistema de similaridade iThenticate</italic><sup><italic>®</italic></sup></p>
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