Relato de caso: uso de insulina glargina no tratamento da cetoacidose diabética
Conteúdo do artigo principal
Resumo
A cetoacidose diabética (CAD), principal complicação da diabetes mellitus, combina hiperglicemia, acidose metabólica e cetose com cetonúria, promovendo sinais como anorexia, fraqueza, dor e taquipneia, devido ao aumento na concentração de corpos cetônicos circulantes. Desse modo, o prognóstico é reservado e o diagnóstico é realizado associando-se à mensuração sanguínea de β-hidroxibutirato e hemogasometria. O tratamento é realizado através de fluidoterapia e insulinoterapia, visando diminuir a glicemia e a concentração de corpos cetônicos, além de restabelecer o equilíbrio hidroeletrolítico/ácidobase. Assim, o presente trabalho tem como objetivo relatar um caso de um canino diabético, atendido em quadro de cetoacidose, que teve a sua conduta terapêutica baseada no uso de insulina glargina.
Detalhes do artigo
Seção
1. Autores mantém os direitos autorais e concedem à revista o direito de primeira publicação, com o trabalho licenciado sob a Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivações 4.0 Internacional
2. Autores têm autorização para assumir contratos adicionais separadamente, para distribuição não-exclusica da versão do trabalho publicada nesta revista (ex.: publicar em repositório institucional ou como capítulo de livro), com reconhecimento de autoria e publicação inicial nesta revista.
3. Autores têm permissão e são estimulados a publicar e distribuir seu trabalho online (ex.: em repositórios instituicionais ou na sua página pessoal) a qualquer ponto antes ou durante o processo editorial, já que isso pode gerar alterações produtivas, bem como aumentar o impacto e a citação do trabalho publicado (Veja O Efeito do Acesso Livre);